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Volume 33 / Fascículo 2
Abril 2010
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Os ossos do ofício
O que hoje vou aqui dizer talvez não faça muito sentido, portanto espero não ser levado demasiadamente a sério. O assunto que vou tratar é sem dúvida muito sério; o que dele tenho a dizer sê-lo-á algo menos. O que me proponho discutir é simplesmente: será a física tão cumpridora das suas leis como gostaríamos que fosse? Habituámo-nos a pensar na física como um conjunto de leis que nos chegam pré-embaladas, caídas do céu, por assim dizer, e é-nos dito que, enquanto físicos, teremos que lhes obedecer, porque o mundo é assim.
Comentar um livro1 de uma admirável figura de intelectual, de homem de ciência, de professor universitário, de político, de cidadão é sempre uma tarefa difícil.
No passado dia 6 de Abril faleceu o Prof. Manuel Alves Marques, aos 8 0 anos de idade. Investigador incansável na luta pela promoção da física experimental em Portugal, foi pioneiro em áreas como o uso de lasers para o estudo das propriedades de soluções líquidas.
As sensacionais novidades que Galileu descobriu com o telescópio entre 1609-1611 foram conhecidas em Portugal desde muito cedo e foi a partir do nosso país que foram divulgadas para vários pontos do globo.
Existem muitas subáreas da investigação científica em todo o mundo que utilizam as estranhas regras quânticas para descrever o nosso universo, desde a física da matéria condensada à física molecular, à física atómica, à física nuclear e à física de partículas. Existe ainda a química quântica, a óptica quântica, a nanotecnologia, a informação quântica, a cosmologia quântica, a gravidade quântica, e a lista continua. A estas junta-se agora a fascinante área da biologia quântica.
Os actuais Museus da Politécnica da Universidade de Lisboa, juntamente com o Jardim Botânico a eles anexo, ocupam um espaço nobre da cidade e albergam um notável património científico que importa cuidar, valorizar e promover. Um grande projecto científico-cultural que envolvesse a Universidade e o município deveria proporcionar um novo centro de atracção na capital.
O PROTÃO É, AFINAL, MAIS PEQUENO! || OBITUÁRIOS: M. ALVES MARQUES E J. RESINA RODRIGUES || OLIMPÍADAS REGIONAIS DE FÍSICA || OLIMPÍADAS NACIONAIS DE FÍSICA || OLIMPÍADAS INTERNACIONAIS DE FÍSICA || IV ESCOLA DE PROFESSORES NO CERN EM LÍNGUA PORTUGUESA || 26TH SYMPOSIUM ON FUSION TECHNOLOGY - SOFT 2010 27 SETEMBRO A 1 OUTUBRO DE 2010, PORTO
Certamente já viste um relógio de pêndulo! Talvez em casa dos teus avós ou em casa de um amigo, ou talvez tenhas um relógio de pêndulo em tua casa. Sabes porque se utiliza um pêndulo para medir o tempo? Vamos descobrir! O relógio de pêndulo foi inventado por Christiaan Huygens mas já Galileu tinha tentado construir um.
Pegue num mapa da Ásia, e tente localizar o centro geográfico do continente. Se pousar o dedo num ponto a norte de uma pequena bossa da Mongólia ocidental, está correcto: aí, entre cumes de montanhas cobertas de neve e estepes a perder de vista, fica a remota república de Tuva. Perto da sua capital, Kyzyl, está localizado o marco que assinala o coração do continente asiático: o local da superfície terrestre mais afastado de qualquer oceano.
Histórias da Luz e das Cores - Vol. 3 Luís Miguel Bernardo - Editora da Universidade do Porto (2010) || Einstein & Oppenheimer O significado do génio Silvan S. Schweber - Editorial Bizâncio - Colecção Vidas, n° 29 (2010)
Na atribuição do prémio Fernando Bragança Gil1 o trabalho do júri foi muito facilitado pela existência de uma base de dados,2 compilada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, onde estão listadas todas as teses de doutoramento defendidas em Universidades Portuguesas.

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